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Tudo mudou depois que a lesão de Franck Ribéry o evitou de estar na Copa. É outra França, completamente outra, pois além de perder o seu destaque, terá de modificar o estilo de jogo, o que pode trazer prejuízos a Benzema. O quanto o  treinador Didier Deschamps conseguir amenizar esta perda será a medida do sucesso francês no Mundial.

Verdade posta, ou, melhor dito, história, Les Bleus possuem desempenhos irregulares em Copas, como o título de 1998, em casa, e das campanhas de 1958 e 86, e do vice em 2006, contrastando com situações como a dos anos 70/74 e 90/94, em que sequer se classificou para o Mundial. Em 2002, como atual campeã, ficou fora ainda na fase de grupos, e, em 2010, repetiu o fracasso, também depois de vir de uma final anterior.

O bom meia do Manchester City, Samir Nasri, ficou fora da lista final. Segundo conhecidos meus, por causa do temperamento. Não sei se a França poderia se dar este luxo, ainda mais agora, com a perda de Ribéry, o meia pode fazer falta. Sair primeiro do grupo deve ser uma obsessão, para evitar um provável confronto com a Argentina, nas quartas. E minha aposta era essa, até a lesão do atacante do Bayern München: vencem o grupo, eliminam a Nigéria, nas oitavas, caem diante da Alemanha, nas quartas.

O fato de não cruzar com o Brasil, nas quartas, representa um problema místico: 1986 e 2006.

 

É ele!

ribery

Que vai fazer falta.

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