tchaikovsky

Há dois momentos para a histórica da seleção russa: antes de 1991, quando foram União Soviética, e após, já sobre nome e bandeira atuais. E isso não diz respeito apenas à relação com o sistema político. Os resultados indicam uma certa queda: se a URSS disputou quartas de final, foi quarta colocada em 1966 e apenas uma vez foi eliminada na fase de grupos, a Rússia, cuja história em Copas começa, ironicamente, nos Estados Unidos, em 1994, ainda não teve o saber de disputar uma oitavas de final. Apenas duas participações tímidas (1994 e 2002).

A equipe atual parece forte, fez uma Eliminatória em marcha, relegando Portugal à repescagem, mas não se deve esquecer da decepção em 2012, na Eurocopa: após uma goleada por 4×1 sobre os tchecos, empataram com a Polônia e, ao perder para Grécia, por 0x1, não passaram de fase. É de se pensar, portanto, se o bom futebol n]ao fica guardado justamente nos momentos em que mais se precisa dele.

Num amistoso recente, em novembro de 2013, derrotaram um dos adversários do seu grupo na Copa, a Coreia do Sul. Um 2×1 sem muito orgulho. Este futebol que não empolga nem dá sono deve ser o que vem ao Brasil, sob o comando do italiano Fabio Capello.

 

É ele!

alandzagoev

Alan Dzagoev fará 24 anos no dia da estreia da sua seleção, contra a Coreia do Sul, em Cuiabá. Terá a chance de mostrar sua grande habilidade, sua ótima visão de jogo e, não menos, uma cara que a Rússia talvez queira ter em 2018, quando foi a anfitriã da Copa. Joga mais centralizado, mas sabe atuar pelas pontas, fazendo valer seus ótimos cruzamentos. Não bastasse, conclui bem a gol. Um craque em potencial.

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