croacia

Foi num dia qualquer de 1998 em que sofri, pela segunda Copa seguida, uma derrota nas quartas de final, quando ainda torcia fervorosamente pela Alemanha e o time apanhava de 0x3 para aquela que seria a terceira colocada do Mundial. A partida não fora nada equilibrada, mas ainda assim os alemães mantiveram a esperança até o final, carregando o 0x1 (Jarni, no fim do primeiro tempo) até o minuto 80. Ali, Vlaovic apagou a chama ainda acesa e Suker, cinco minutos depois, fechou a porta.

Era aquilo a primeira Copa da Croácia, uma jovem seleção, formada após a desintegração iugoslava. Viriam mais duas oportunidades de repetir aquele feito (2002 e 2006), mas o futebol está longe de ser uma terra de fantasias, e a pretensa realidade bateu à porta: eliminados na fase de grupo.

Voltam após uma Eliminatória razoável, em que foram jogados para a repescagem, depois de terem ficado atrás da sensação das sensações, a Bélgica. Enfrentaram a Islândia, país cuja população não chegaria a lotar os antigos Maracanã, Morumbi e Mineirão, país em que o futebol está longe de ocupar primeiro posto de preferência, segundo meu colega Olaf Robertson. Na ida, um 0x0, e, em casa, cumpriram bem com um 2×0 e vaga para vir ao Brasil.

Vir e encontrar o anfitrião, não apenas no grupo, mas no jogo de abertura da Copa. Esta responsabilidade pode não pesar tanto, pois é provável que saibam que a Copa deles começa mesmo é na Amazônia, contra Camarões. Se o Brasil já teme o cruzamento nas oitavas (Espanha, Holanda ou Chile), imagina a Croácia…

 

É ele!

Modric

Não há jornal, blog, revista ou manual que não aponte Luka Modric como o destaque da equipe. E, realmente, não há como fugir disso. Atua no Real Madrid, desenvolvendo um importante papel no meio-campo, ganhou a última Liga dos Campeões…É ele, portanto, a conduzir o time. Porém, fica a dúvida: se bem marcado, ele saberá encontrar espaços?

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