costadomarfim

Pela terceira vez seguida, chegam a uma Copa. Nas duas anteriores, cumpriram bem seu papel, mas não o suficiente para passar da fase de grupos. Cabe lembrar que, nas duas ocasiões, o sorteio os colocava como terceira – ou mesmo quarta – potência do grupo. Em 2006, souberam ser terceiros, ficando atrás de Argentina e Holanda. Em 2010, repetiram a posição, ao bater a Coreia do Norte, empatar com Portugal e perder apenas para o Brasil. 2014 deve ser a boa.

Chegando às quartas, enfrentam alguém do grupo D (Uruguai, Itália, Inglaterra e, vai saber, Costa Rica). E o futebol viril dos marfinenses não deve ser capaz de surpreender tanto. O outrora craque Didier Drogba ainda faz das suas, mas não amedronta muito os zagueiros adversários. É preciso saber a condição física de Yaya Touré e, no mais, contar com uma boa Copa de nomes que possuem carreiras exitosas na Europa, como Didier Ya Konan (Hannover 96), Lacina Traoré (Everton) e Gervinho (Roma).

Costa do Marfim possui uma das seleções mais competitivas do continente africano, na atualidade, ao lado de Gana. A campeã da Copa da África, porém, é a Nigéria – que eliminou a própria Costa do Marfim, nas quartas de final. Estas coisas, no entanto, indicam algumas fragilidades: basta pensar no Peru, terceiro colocado na Copa América 2011, ou no Paraguai, vice da mesma competição. Nenhum dos dois fez uma Eliminatória que permitisse ao menos um sonho de chegar ao Brasil.

 

É ele!

boka

Não adianta. Estrela é no céu, e na Terra, conta muito o coração. Por isso, Arthur Boka é o destaque indiscutível dos marfinenses: jogava no VfB Stuttgart, até se transferir, pouco antes da Copa, para o Málaga.

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