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A terceira participação em Copas do Mundo pode não vir a ser a melhor da história do país, cujos feitos, se são humildes, são também dignos de algum orgulho: 2 empates (Espanha e Irlanda do Norte) e uma derrota (Iugoslávia), em 1982, duas derrotas magras (Espanha e Chile) e um empate (Suiça), em 2010. Se pensarmos no colega continental, El Salvador, ou mesmo na Costa Rica, veremos como este time hondurenho não se deixa golear. A questão, no entanto, talvez resida menos num sistema defensivo eficiente que numa postura viril, quase violenta, de jogo.

Na derrota contra a Costa Rica, pelas Eliminatórias, o goleiro Valladares falhou no lance do gol e, no segundo tempo, conseguiu a proeza de sair da área com a bola na mão, quando tentava fazer uma reposição rápida. O bandeirinha viu e foi cobrada a falta, que, por sorte do infrator, não deu em nada.

Por outro lado, ganharam do México, em pleno Azteca, e por pouco não deixaram a equipe mais forte da CONCACAF fora do Mundial. (Uma vitória dos EUA sobre o Panamá, na mesma rodada, permitiu aos tricolores a repescagem contra a Nova Zelândia, quando, finalmente, passearam com goleadas).

É de se esperar uma derrota magra contra a Suiça, quem sabe um empate contra Equador, e uma derrota de 2×0 para a França, em 2014. E, claro, jogos algo chatos.

É ele!

RogerEspinoza

Depois de Carlos Valderrama, em 1990, e Marco “El Diablo” Etcheverry, em 1994, a esperança cabeluda fica nos passes de Roger Espinoza, quem já disputara a Copa de 2010. Se ele servir bem aos atacantes Costly e Bengtson, de repente aparece alguma surpresa. Isso, claro, se ele se igualar mais ao primeiro que ao segundo. Afinal, “El Diablo” durou menos de uma partida, em 94, ao ser expulso na estreia, contra a Alemanha, e ficar de fora, por suspensão, dos outros dois jogos da Bolívia.

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